quinta-feira, 19 de abril de 2012

O PORTFÓLIO ELETRÔNICO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CALEIDOSCÓPIO DE MÚLTIPLAS VIVÊNCIAS , PRÁTICAS E POSSIBILIDADES DA AVALIAÇÃO FORMATIVA - Ivanildo Amaro de Araújo

O autor, nos apresenta de forma muito clara, a situação da avaliação trazendo questões relativas ao modo como os instrumentos avaliativos são utilizados.
O tema da avaliação é, ainda hoje, motivo de mobilização, conflitos e controvérsias no meio educativo. Além de ser usado como instrumento de medição da qualidade do ensino, o que o torna objeto de discussões, é visto como prática fundamental para o desenvolvimento intelectual do aluno.
O autor explicita questões referentes a posição que a avaliação ocupa na atividade pedagógica e a relação que ela exerce no interior da escola já que, ora serve como mecanismo de desenvolvimento, ora como ferramenta para intimidar os alunos. Deste modo, é nos apresentada a avaliação formativa, neste caso o portfólio, como um recurso que visa superar a visão classificatória, punitiva e excludentena educação básica, objetivando que o próprio aluno desenvolva suas habilidades por meio da construção de seu conhecimento.
O Professor Evanildo Amaro de Araújo, nos apresenta no texto, a experiência que vem sendo desenvolvida com o uso do portfólio eletrônico que possibilita incentivar  a utilização de recursos digitais, desenvolver pensamento crítico-reflexivo, além de promover a autonomia.
Ao ter nos apresentado esta forma, bastante incomum, de avaliação e desenvolvimento das aprendizagens, não fiquei muito surpresa porque já havia vivido essa experiência anteriormente, mas pelo fato de o portfólio ser eletrônico trouxe um ar de maior responsabilidade, visto que, criaríamos um blog onde todos teríam acesso ás informações postadas. È deveras importante termos em mente a responsabilidade de construirmos um portfólio que proporcione aos visitantes e a nós mesmos a visão de crescimento, ou seja, observarmos que durante esse período de construção, desenvolvemos nossas habilidades ao ponto de percebermos o quanto melhoramos nossa escrita, nosso reflexão e autonomia.
Nós fora do texto

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Aquarela - Toquinho








                                                                  
 "A infância deve ser, alegria do vivera certeza de que o sonho pode realizar, a beleza
no olhar, no sorriso infantil, elas trazem dentro
delas, o dom sincero de amar!!!
...nós somos uma herança, a
esperança de um mundo melhor, ser criança é viver
numa aventura, voar lá nas alturas, sem tirar os
pés do chão, é ter no coração a paz
com o irmão...
Volte a ser criança, preserve essa
lembrança, com Deus há esperança
que você pode ser feliz!"

quinta-feira, 22 de março de 2012

Linguagens Infantis - outras formas de leitura - Ana Lúcia Goulart de Faria e Suely Amaral Mello (orgs.)

"Este livro, produto do III Seminário Linguagens na Educação Infantil realizado durante o XIV Cole em julho de 2003, trata de temas ligados à pedagogia da infâncianuma perspectiva não antecipatória da escolarização e não marcada pela preparação para o ensino fundamental. Tratando da educação das crianças de 0 a 6 anos e não do ensino, os textos aqui produzidos trazem pesquisas, reflexões e experiências envolvendo diferentes linguagens das crianças pequenas. Nesse sentido, referendam todos os estudos que favorecem a construção desta outra relção com as crianças pequenas procurando maneiras para promover suas vivências com as diferentes linguagens e provocar nelas novos desejos de expressão na perspectiva de formar nossas crianças para serem os futuros dirigentes de que fala Gramsci." (Descrição do livro)



      A autora Rizzoli, nos apresenta no  capítulo I "Literatura com letras e sem letras na educação infantil do Norte da Itália",  a importância do contato entre o contador de histórias e o ouvinte e mesmo o próprio contato com o livro, que proporciona uma relação de procimidade e empatia entre os indivíduos envolvidos.
Ela questiona a forma como a mídia e tecnologia são introduzidas muito cedo na vida da criança, o que impossibilita que criem laços afetivos. Deste modo, abre um leque de experiências que as histórias proporcionam, sendo algumas delas a habilidade de contar e a de saber ouvir, instigar questionamentos e curiosidades, além de desenvolver a imaginação e criação. 
      Relata que um educador iataliano experimentou contar histórias com o intuito de reeducar menores com problemas,o que possibilitou recuperar o lado bom daquelas crianças.
      A partir deste ponto de vista, é possível relacionar as experiências que tive, com as histórias e os livros, já mencionadas na primeira postagem. O contato que tive com a literatura foi fundamental para o meu desenvolvimento.
                       

 " As histórias são feitas em grande parte de imagens e essas imagens atingem a parte mais profunda do nosso ser de maneira veloz e direta. Se, anos mais tarde, essas imagens forem novamente propostas por meio de novas narrativas, descobriremos que as imagens iniciais da narrativa entraram dentro do noss ser e nao permaneceram aí somente na idade infantil, mas encontram-se presentes." (RIZZOLI, p.8)


    No segundo capítulo, a autora Suelly Amaral Mello, parte das idéias de Vygotsky para explicitar as questões da aprendizagem, ou melhor, o modo como ela é apresentada na Ed. Infantil. e no Ens. Fundamental e coloca que as atividades típicas da Ed. Infantil como o desenho , faz-de-conta, modelagem e etc, são vistas como atividades que não colaboram para o desenvolvimento intelectual, mas que na verdade colaboram e digo mais, são indispensáveis para a formação da criança, para o conhecimento de si mesma e do mundo, devendo , essas atividades, serem arrastadas também para o ens. fundamental. 
      Essa mentalidade de que a aquisição da escrita não está ligada com as brincadeiras leva tanto pais como professores a anteciparem a escolarização da criança. A criança, antes de tudo, precisa ser livre para imaginar, ler o mundo e se expressar, precisa ser um agente ativo e transformador da sua própria história, para que a partir daí a linguagem escrita seja incorporada não como mero sistema de signos ou palavras impostas, mas como uma necessidade demonstrada, a fim  de registrar e tornar visível as suas  idéias.

O caderno - Toquinho



Essa musiquinha me lembra do meu primeiro caderno, era todo desenhado com nuvens, sol, uma casinha e uma árvore enorme. Sempre que sobrava um espacinho depois das atividades eu desenhava alguma coisa. Era muito quietinha e organizada com meus materiais, gostava sempre de ter tudo novinho no início do ano, sempre alguma coisa diferente. Me lembro de um apontador rosa do bambi, fazia um sucesso na sala, todas as coleguinhas queríam usá-lo.rsrs...
 Vale lembrar que isso ocorreu no primeiro ano - antigo C.A, já que não fiz Educação Infantil. =/ 

quinta-feira, 15 de março de 2012


O tempo passou, as brincadeiras mudaram, as bonecas ficaram mais modernas e até falam, os livros emitem sons variados, mas ainda assim as lembranças de infância nos parecem mais doces e os brinquedos mais divertidos que os atuais. O dia parecia durar mais, o sol sorria quase todas as manhãs e a chuva não trazia tristeza, mas uma oportunidade de criar uma nova brincadeira. 
Sempre gostei muito de livros, era incrível ler e saber contar histórias apenas olhando as figuras. 
Entrei na escola direto no ensino fundamental, mas já sabia muitas coisas, ensinadas pela minha mãe. Me lembro até hoje que antes mesmo de aprender a ler conseguia dizer exatamente o que estava escrito nos livrinhos que minha mãe lia para mim, decorava tudo. A decoreba se seguiu no ensino fundamental (rsrs) não porque não conseguisse ler, mas por causa que naquela época era isso que minhas professoras exigiam, respostas prontas, na mesma ordem e com as mesmas palavras encontradas no livro. Apesar desses métodos duvidosos, sempre me saí muito bem na escola.

 
Essa foi uma das primeiras muisiquinhas que aprendi na escola. Adorava!